sábado, 29 de novembro de 2014

A herança cultural e social de Roberto Gómez Bolaños

Morreu na última sexta (28), o ator e diretor Roberto Gómez Bolaños, o inesquecível Chespirito. Famoso por suas obras na TV mexicana, como El Chapulín Colorado (Chapolin Colorado) e El Chavo del Ocho (Chaves), Bolaños conquistou crianças e adultos de diversas gerações, da década de 1970 para cá. O sucesso foi tão grande, que os episódios de Chaves são reproduzidos até hoje em mais de 20 países.
            
           Chespirito (alusão ao escritor inglês William Shakespeare) é referido pelos fãs como um gênio do humor. Essa alcunha se deve à sua capacidade de criar histórias engraçadas utilizando situações cotidianas, sem apelo para sexualidade ou qualquer tipo de sensacionalismo, que se apoia o atual cenário de humor mundial. A inocência dos episódios, as situações cômicas do dia-a-dia de pessoas comuns e a humildade dos personagens, principalmente o próprio Chaves, ajudaram a constituir o caráter de muitas crianças que vem o assistindo.
            
           O legado que Bolaños deixa é muito maior que a de um simples e competente ator e diretor. A herança cultural para o humor e a influência positiva nas crianças, talvez sejam a maior vitória de um homem que dedicou sua vida a fazer o que amava e consequentemente, conseguiu idolatria e amor generalizados por todo o mundo. Os fãs de Chaves, ou simplesmente as pessoas se sentiam entretidas com os episódios cômicos e educativos, consideram o comportamento dos personagens e o formato da série de suma importância para o desenvolvimento dos valores das crianças que o assistiam.

O professor de história, Alvaro Lucas, considera que os episódios de Chaves tem um alto teor filosófico: “Acho que em seus episódios existia bastante filosofia, além de ser engraçado, é claro. Questões morais, humildade, camaradagem, capacidade de vencer obstáculos, criatividade em enfrentar os mais fortes. Uma paródia da sociedade”, explica. O professor acredita também que o personagem de Roberto Bolaños dá esperança as crianças pobres, mostrando as diversas formas de felicidade em gestos simples: “Ele dentro do barril é uma forte representação de pobreza, mesmo assim, ele não se queixava muito”, afirma Alvaro.

Já o caminhoneiro Peter Theil, aponta a inocência e o carisma como principal exemplo para as pessoas: “Era um humor sadio, sem palavrões. Ele mostrava o cotidiano de um garoto de rua que era querido por todos”, comenta Peter. No entanto, ele acredita que o seriado perdeu força de influência nas crianças modernas: “O seriado ainda está no ar e essa molecada já não assiste tanto”.

Pontos de vistas diferentes apontam para o mesmo sentido artístico: Chaves é uma obra prima, tanto em seu contexto cultural, como moral. Roberto Gómez Bolaños justifica a inspiração em William Shakespeare e Charlie Chaplin ao fazer um trabalho inesquecível e imortal, capaz de mexer com as pessoas nos mais simples detalhes. Aliás, são esses detalhes, simples e valiosos, que criam toda essa atmosfera positiva de superação e humildade na vila mais amada do mundo.

           


O mundo perde um gênio!!

Chapolin Colorado
Chaves
Homenagem dos fans
É meus amigos, desta vez não é boato falso de internet não. Infelizmente, desta vez, a noticia da morte de Roberto Gómez Bolaños é verdadeira. Bolaños morreu ontem a tarde, dia 28/11/14, causa da morte ainda desconhecida. O comediante tinha 85 anos e sua morte causou uma enorme comoção nas redes sociais. No twitter, por exemplo, as tags são só seu nome e sobre o Chaves e toda sua obra.
Bolaños era conhecido no México como Chespirito, o pequeno Shakespeare devido ao enorme talento para escrever. Começou a carreira no rádio, na década de 50. Também fez roteiros para o cinema na década de 60 e no final da década começou a ter seu espaço na Tv e dava inicio ao programa Chespirito onde surgiram vários quadros e seus principais personagens ganhavam vida.
Em 1970 surge Chapolin Colorado, um super herói atrapalhado e engraçado, que fez sucesso e acabou ganhando seu próprio espaço.

Pouco tempo depois viria seu maior sucesso, o Chaves. O menino pobre que mora em uma vila e se esconde em um barril e está sempre com fome e sempre aprontando. Com um elenco de peso que contava com  Carlos VillagránRamón ValdésFlorinda MezaRubén AguirreÉdgar VivarAngelines FernandezRaúl PadillaHoracio Gómez Bolaños e María Antonieta de las Nieves foi o grande sucesso do grupo que ainda durante a década de 70 se aventurou no cinema com o filme "El Chanflie."
O grupo segui firme apesar de algumas baixas no elenco com as saídas de Carlos villagran e Ramón Valdés. O fim definitivo do programa foi na década de 90, mas a obra permanece viva e mais de 30 anos no ar não só no Brasil e em vários países do mundo é sucesso.
Bolanõs deixa uma vasta obra de um humor inteligente de qualidade e limpo! Algo raro atualmente. Um humor sem apelação e que divertiu e irá seguir divertindo as próximas gerações, só resta dizer um muito obrigado a quem criou e deixou uma obra tão brilhante!
Se foi a pessoa física e nasce a lenda!

Muito obrigado Roberto! Seu legado estará sempre vivo, sustentado em nossos corações assim como a juventude que nunca morrerá!














terça-feira, 28 de outubro de 2014

11 motivos para não odiar o norte/nordeste do Brasil

A corrida eleitoral mais disputada da história da democracia brasileira terminou com polêmica. Os eleitores anti-pt culpam o povo nordestino pelos três pontos percentuais que determinaram a vitória de Dilma Rouseff. Uma onda de ódio ao norte/nordeste do país se acentuou no Rio Grande do Sul e por isso listamos 11 motivos para os gremistas idolatrarem essa região do Brasil.




Primeiro motivo para idolatria ao norte do país é Nildo. O atacante natural de Belém do Pará foi o autor do gol tricolor na final da Copa do Brasil de 1994 (imagem) e ainda participou do título da Libertadores no ano seguinte.

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O cangaceiro Dinho trocou Neópolis no Sergipe por Porto Alegre e viveu seus melhores momentos na carreira. Campeão da América em 1995 com direito ao gol do título, campeão Brasileiro em 1996 e tri campeão da Copa do Brasil em 1997 é considerado um dos maiores jogadores da história do Grêmio.


Mario Jardel nasceu em Fortaleza, no Ceará e se transferiu para o Grêmio em 1995. Logo em sua primeira temporada sagrou-se artilheiro da Libertadores em que o Grêmio saiu campeão. Também foi bicampeão Brasileiro em 1996. Especialista em bola aérea, fez 67 gol em 73 partidas oficiais pelo tricolor.



Um dos heróis do título da Copa do Brasil de 2001, Marcelinho Paraíba - ou Paraúcho - conquistou os gremistas em uma passagem que durou menos de um ano. Marcelinho foi campeão e artilheiro do Gauchão além de marcar gol na final da Copa do Brasil contra o Corinthians no Pacaembu.


Luís Mário nasceu em Vigia no Pará e também participou da campanha vitoriosa na Copa do Brasil de 2001. O Papa-Léguas teve o auge de sua carreira nas duas temporadas em que atuou no tricolor gaúcho. Foi o autor dos dois gols do Grêmio no primeiro jogo da final contra o Corinthians de Wanderley Luxemburgo, no Olímpico, além de um marcante gol de voleio em um Grenal.


Pedro Júnior nunca foi uma unanimidade no Grêmio. Tampouco teve um imenso destaque. Mas o que marcou a passagem do Paraense pelo tricolor foi o gol de casquinha no Grenal de 2006 que determinou o título do gauchão daquele ano.


Com uma qualidade rara na bola parada, o alagoano Souza conquistou o carinho do torcedor gremista em 2008 e 2009. No entanto, seus gols de falta não foram suficientes para sair do Grêmio com troféus. Foi vice campeão brasileiro em 2008 e chegou a semi-final da Copa Libertadores em 2009, competição em que foi o artilheiro do tricolor com 6 gols.


Uma dos maiores destaques da surpreendente campanha que resultou na vice colocação na Libertadores de 2007, o pernambucano Lúcio infernizou as defesas adversárias no primeiro semestre do ano antes de ser negociado com o futebol alemão no final da Libertadores. Em 2009 Lúcio voltou a vestir a camisa do Grêmio e ficou até 2011.


Outro com passagem sem muito destaque foi o baiano Lins - ou Linswandowski - que jogou no Grêmio em 2011. Porém, o único gol do centroavante pelo clube gaúcho foi justamente em um Grenal e decretou a vitória tricolor por 2 a 1.

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Júnior Viçosa ostenta no nome a cidade alagoana onde nasceu. O homem Grenal ganhou esse apelido depois de fazer 3 gols em duas partidas contra o Internacional na final do Gauchão de 2011.

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O mais recente destaque nordestino do Grêmio foi o lateral Wendell. Aos 20 anos, o cearense se destacou no primeiro semestre de 2013 na disputa da Libertadores da América e foi negociado com o alemão Bayer Leverkusen no final da competição.









sexta-feira, 5 de setembro de 2014

STJD e a Semana Farroupilha!!

Tudo que tem acontecido recentemente, como o caso de racismo envolvendo a torcedora do Grêmio, me motiva ainda mais a comemorar o feriado do dia 20 de setembro. E por que?

Simples. Um órgão que deveria julgar seriamente e punir clubes e torcedores envolvidos nas devidas proporções, chamado STJD, expulsa o Grêmio da copa do Brasil de forma exagerada e oportuna. O racismo é crime e tem que ser combatido, o clube punido e sua torcida organizada extinta se for preciso! Mas nunca tirar um clube de uma competição por conta de meia dúzia de palhaços ignorantes.

Há pouco tempo teve o caso do jovem boliviano que foi morto por um sinalizador, e o que aconteceu? praticamente nada! Uma leve punição de portões fechados ao Corinthians e fim de papo.
O caso do Grêmio mostra, claramente, o quão imparcial e quanto as medidas são diferentes simplesmente por fatores geográficos e isso só me motiva a ter certeza  que o futebol hoje é só Rio-SP e até por isso um futebol mais decadente e elitizado. Uma seleção fraca, cada vez pior e os talentos sendo escondidos e no meio dessa confusão toda só motiva uma coisa: a comemorar de modo mais intenso a semana farroupilha, pois ao que parece o Rio Grande do Sul não é bem vindo no Brasil.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Triste e consciente confusão

O Grêmio está oficialmente eliminado da Copa do Brasil. Pior: Excluído. A eliminação já tinha sido encaminhada com o resultado da semana passada, na Arena, mas se tornou injusto com a forma com que foi concretizada.
        Dentro de campo, o time de Felipão encontraria sérias dificuldades para bater o Santos, na Vila Belmiro, no jogo que seria realizado hoje. Ainda assim teria a chance de, no mínimo, perder com dignidade e provar para todos que não se trata que uma instituição racista.
        No entanto, a decisão covarde do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), além de tirar o direito de disputa do time gaúcho, também cria uma marca racista, injustamente, e reforça uma forma ineficiente de combatê-lo.
        A forma com que o assunto foi tratado na mídia tornou quase impossível que o  Grêmio tivesse uma punição mais branda. Uma ação distinta recheada de um sensacionalismo hipócrita e um time de futebol prejudicado para ser usado como cobaia de uma tentativa frustrada de eliminar, de vez, o racismo do futebol e da vida.
        Além da eliminação, o Grêmio vai pagar uma multa de 54 mil e os torcedores envolvidos que foram e ainda serão identificados serão proibidos de entrar no estádio por 720 dias. Papéis invertidos na punição. Os torcedores deveriam ser proibidos de entrar no estádio para sempre e o clube não deveria ser responsabilizado pelos seus atos.
        Triste e consciente confusão do STJD. O presidente do Grêmio, Fábio Koff, afirmou que houve exagero na decisão e garantiu que os advogados do clube vão recorrer.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Um País e Algumas Dúvidas

            As coisas mudaram muito de vários anos para cá. Numa análise própria tentarei formular problema e talvez solução.
            Muito se fala e se vê por aí a tal Comissão Nacional da Verdade, buscando por aí os antigos chefes militares que exerciam certas funções durante a época da Ditadura. A função da CNV é coletar depoimentos sobre os atos de torturas, desaparecimentos e mortes causados pela repressão. Mas ao assistir um depoimento, não pude deixar de tentar solucionar certos pontos da história com base em fatos ouvidos, lidos e com base nas diferenças de épocas. Aqui não vou tentar defender nenhum regime, governo ou pessoas, mas apenas levantar questões.
            Na vasta lista de perguntas, o tema principal são as torturas e mortes. Mas será que o interrogador não participou de alguma atividade parecida? Hoje, os “heróis” da nação que lutaram tanto pela redemocratização do país, estão no comando. Estes mesmos, que quando protestamos por direitos pedem por movimentos pacíficos, faziam parte de movimentos de extrema esquerda onde roubavam bancos, sequestravam aviões e praticavam guerras de guerrilha no meio das cidades. Não é preciso esforço para notar que essas atividades botavam uma série de vidas em risco de ambos os lados, tanto de revolucionários e militares quanto de pessoas e famílias que não estavam envolvidas em nada mais que tocar suas vidas com suas atividades. Nossa atual presidente, Dilma, fazia parte da VAR – Palmares, uma instituição de extrema esquerda que praticava sequestros e roubos. Por que eu deveria confiar minha vida a ela? Será que eu deveria sentir orgulho?
            A grande questão que me deixa intrigado é se essas atitudes todas eram necessárias em prol de uma democracia. A meu ver, a maioria infligia à lei e sendo a justiça na época muito mais rigorosa e competente do que hoje, perseguia e caçava. Em uma análise mais particular, pode-se imaginar que essa caçada aos “monstros” da Ditadura não passa de uma vingança, já que todos os principais chefes do governo têm passados bem conturbados com a justiça da época.
            Lembrando que são os vitoriosos que escrevem a história e contam apenas partes que lhes tocam, mas mesmo assim, sempre irão existir os dois lados da moeda. Será que realmente devemos acreditar nos livros? Acho que uma boa conversa com os nossos avós seria o mais apropriado antes de qualquer conclusão.

A nova seleção de Dunga

Na manhã dessa terça-feira (19), o treinador da seleção brasileira, Dunga, fez a primeira convocação desde o vexame na Copa do Mundo. Com um claro objetivo de renovar a seleção e iniciar a preparação para  a Copa de 2018, o técnico convocou apenas 10 jogadores que participaram do último mundial.

Coerente, Dunga acertou na escolha do elenco, tendo em vista o momento atual dos jogadores. Além do mais, muitos dos bons jogadores brasileiros do cenário mundial hoje tem idade para participar da Copa da Rússia, em 2018.

Dunga sabe que não poderá contar com alguns dos convocados no futuro, porém, o momento atual de Diego Tardelli, por exemplo, justifica a convocação do atacante. Mesmo caso de Jefferson, Miranda, Maicon, Filipe Luís, Fernandinho e Elias, que também terão uma idade avançada em 2018.

O criticado Hulk continua com moral dentro da seleção. Lembrado pela primeira vez pelo próprio Dunga, em 2009, em um amistoso realizado no Catar contra a Inglaterra, o atacante ficou de fora da Copa de 2010, mas voltou a ser convocado por Mano Menezes após a derrota de Dunga e desde então nunca mais saiu da lista dos comandantes da seleção.

Phillippe Coutinho é o mais comemorado. Com um protagonismo nem tão recente no Inglês Liverpool, o meia-atacante vem merecendo uma chance há um bom tempo e tem potencial para se tornar um dos principais jogadores do Brasil na Rússia.

O primeiro passo da nova comissão foi dada e as esperanças estão renovadas. Os talentos atuais, juntamente com os potenciais estão juntos nessa caminhada. O futuro da seleção está sendo escrito e Dunga está no caminho certo.

domingo, 27 de julho de 2014

A ilusão de Enderson

       O mundo se encantou com o brilho e a elegância da seleção alemã nessa Copa do Mundo. A forma como os tetra campeões jogaram foi incrível. Tecnicamente qualificados. Taticamente perfeitos. Não me espantaria que alguma equipe se inspirasse nos alemães para chegar ao  sucesso.
     
       Inspiração essa que se torna uma obsessão e um sonho ao querer, a qualquer custo, que seu time se iguale à melhor seleção do mundo. E neste mundo de fantasia se encontra o treinador do Grêmio, Enderson Moreira.
     
       O técnico nem se esforçou para esconder a admiração pelo time de Joachim Löw, muito pelo contrário, fez questão de sublinha-la escalando o zagueiro Saimon na lateral esquerda. Como criticar o guri por errar um lançamento, se ele ainda tem nítidas dificuldades para passar a bola pro lado? Primeira aposta errônea do sonhador Moreira.
       
       Os fãs de futebol encheram os olhos de lágrimas de emoção ao verem Schweinsteiger e Toni Kroos marcarem como leões e iniciarem as tentativas ofensivas com a qualidade de um camisa 10 clássico. Enderson não deixou barato para Löw e fez o mesmo no tricolor com Ramiro e Riveros. Coitados dos nossos volantes de contenção, tendo que achar um futebol que nunca desenvolveram para agradar o fetiche inescrupuloso do treinador.
     
       Thomas Müller foi um dos apoiadores mais eficiente do mundial. Sobrou ao garoto Luan rezar e esperar que uma bola iluminada caísse em seus pés para que ele pudesse acionar o desesperado Barcos na esperança que o espírito do maior artilheiro de todas as Copas invadisse o corpo do argentino. Isso até aconteceu contra o Coritiba, mas é muito pouco para um time como o Grêmio.
     
        O único legado alemão que poderia servir de inspiração para Enderson - e todo o resto do planeta - foi ignorado pelo treinador. A marcação do Grêmio inexiste. E nem adianta pôr as culpas em Rhodolfo e Geromel que estão sempre sobrecarregados com dois ou três adversário diretamente. A descompactação do Grêmio também é defensiva e fica clara no espaço com que Alex tranquilamente jogou entre os volantes e os zagueiros.
       
       O Grêmio tem um grupo muito forte e um futebol medíocre, fruto de um péssimo trabalho da comissão técnica. Não acompanho os treinos do time, mas arrisco dizer que a marcação em bola parada nunca foi treinada, pela forma com que seis jogadores do Coritiba entraram livres e em posição legal no empate do Coxa. Esperar que Giuliano e Fernandinho acertem o time ao natural é loucura. O time do Grêmio precisa de trabalho e Enderson Moreira não tem capacidade.

sábado, 28 de junho de 2014

Espirito da Copa do mundo!

Se é uma coisa que contagia é o espirito da copa,não sei explicar o que acontece,é algo que te puxa para televisão mesmo sabendo que a situação no Brasil é uma bosta internamente,falta tudo que é tipo de infraestrutura enfim não preciso dar muitos detalhes.
mas tem uma coisa que ao menos comigo ta me puxando para a tv que é assistir os jogos,a seleção e até torcer mesmo tendo muito  pouca simpatia pelo atual elenco,eu admito meu saudosismo com a seleção de 2002 e até as anteriores que pouco ou nem vi,sinto ainda a falta de ver uma referência um lider nato dentro de campo,um craque mesmo!!, um Romário,Ronaldo e Rivaldo caras de personalidade mas enfim,infelizmente se foram e só resta a safra atual de Fred,Hulk e Neymar,como disse tenho muito pouca simpatia por eles,tenho mais é pelos jogadores de defesa como o Davi Luiz,Julio Cesar e o capitão Thiago Silva,torço realmente que tenham sucesso e principalmente por Felipão o mestre do Penta e do Grêmio dos anos 90,enfim outra coisa legal é pessoas que pouco assitem futebol estão acompanhando interagindo e trocando ideias,podem falar o que quiser mas o futebol realmente ainda enxe os ciclos de bate papo do povo e para encerrar deixo a dica de um grande documentário sobre a copa do mundo de 1994 chamado todos os corações do mundo
https://www.youtube.com/watch?v=osdxWF8JvfY&index=6&list=LL58_pkyFoGzk8Ke8uCNPmWw ai o link,forte abraço e até a próxima!!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

A crise da musica no cenario atual!

Bom, um assunto já até meio manjado é falar da musica ruim brasileira,o problema é que a cada mísero ano, fica cada vez pior!
A tecnologia, os recursos e a internet estão ai para que então? nos anos 50 e 60 mal se tinha estúdio e canais de áudio para gravar, os Beatles, por exemplo, fizeram sua discografia com apenas 8 canais de áudio em estúdio. Hoje sobra o recurso mas cade a criatividade? cade o suor de compor uma melodia? hoje basta criar qualquer batida, ou duas sílabas e ta feito o sucesso. Que saudade do Raul Seixas, que em plena ditadura fazia musica boa, correndo graves riscos de ser censurado pelos militares. Será que precisa de ditadura e opressão para estimular o talento? sabemos que a mídia é a principal culpada por tanto lixo sonoro, eu faço um apelo você jovem talentoso, não desista e exponha nesses veículos novos, internet e redes sociais - já que o rádio e a tv não ajudam - e salvem a musica. Coisa boa tu ouvir uma boa batida e entender a mensagem da letra.

Deixo esse video abaixo um resumo que eu penso e concordo total com esse senhor.
https://www.youtube.com/watch?v=YO7e1M5z-cI

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Crueldade tem nome, e se chama Brasil.

     O país inteiro parou nos últimos dias pra assistir ao caso Bernardo, menino de 11 anos que foi assassinado. Os culpados: o pai e a madrasta do garoto. O pai, um médico cirurgião e a madrasta, enfermeira da clínica dele.
      O garoto já havia ido à justiça e reclamado sobre os mal tratos por parte da família, mas nada foi feito. A mãe do menino havia morrido em 2010 e a causa é dada como suicídio (o que eu duvido). Nessas horas, embora na cabeça de muitos passe despercebido, eu penso: onde está os Direitos Humanos nesse caso? Parece que os Direitos Humanos não defendem humanos de bem e sim apenas os vagabundos que são linchados de vez em quando por falta de justiça nesse país.
   E não é apenas esse caso. O Brasil está correndo desenfreadamente ao abismo profundo da criminalidade. Um país corrupto e cruel, ondem pessoas são roubadas e assassinadas de forma bárbara não apenas por criminosos de rua, mas também pelo colarinho branco. O povo brasileiro está em um filme de western onde o mocinho não tem como se defender.
    Muitas pessoas continuam "cabeça dura" em questionar o assunto, mas este país precisa de punição imediata. A tal "Pena de Morte" nestas horas faz falta, pois estamos numa terra onde o homicídio virou pura diversão. E afinal, que ser humano ousaria matar alguém, sabendo que o próximo a morrer seria ele mesmo?
     Mas se depender dos nossos "representantes" estamos fritos, pois estes são os que mais querem ver a nossa sociedade num verdadeiro caos. E como vai ser o nosso futuro? Isso nem mesmo Deus sabe.

domingo, 13 de abril de 2014

História de amor do Século XXI


     Na manhã deste domingo(13), a Internazionale goleou a Sampdoria, fora de casa pelo Campeonato Italiano. Mas o fato que mais chamou a atenção, foi a rejeição do atacante Maxi Lopez, da Samp, ao cumprimento de Mauro Icardi, jogador da Inter de Milão. 
    Ex amigos, romperam as ligações após, a até então esposa de Maxi, Wanda Nara, assumir relacionamento com Icardi. Que não pareceu nem um pouco constrangido com a cena, e respondeu com dois tentos à favor do time de Milão, e ainda viu Maxi Lopez perder um penalti. Quando jogador do Barcelona em 2005, Maxi Lopez deu autógrafo ao futuro amigo. Certamente não esperava uma reviravolta dessas.