quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Por que futebol apaixona tanto?

Caros leitores o titulo é auto explicativo por que futebol apaixona,prender e vicia tanto?
Ontem vendo aquele jogo dramático é tenso do Grêmio me obriga a refletir sobre tal vicio,fiquei sem janta sem sono,dor de cabeça e só bebendo para aliviar, e a troco de que? afinal tantos anos sem títulos já nem deveria incomodar mais mas todo inicio de ano,toda porcaria de contratação sempre reascende a chama da esperança e tudo volta,tudo ao redor é ignorado o foco é a TV,nem irei comentar o jogo pífio do Grêmio,amarelada de jogadores e treinador pois tudo isso fica pequeno tamanha raiva,angustia que em uma simples vitoria ou classificação a libertadores tudo muda!!
O problema de esperar,é que cansa,a torcida cansa,perde juízo,todo mundo perde o juízo,a sanidade acaba sendo um bem maior,sinceramente já admito que a minha está cada vez mais rara a cada ano que passa,pois cada ano que passa a esperança sempre se renova,pior que politica,ou qualquer outra coisa,enfim esperança é uma espécia de praga pois nunca acaba,e me faz perceber que estou condenado a acreditar!!
ferramenta necessária


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Pra defender o nosso camisa 10

O meio-campista Douglas, camisa 10 do Grêmio, é frequentemente alvo de críticas de parte da torcida do Tricolor Gaúcho. O jogador que já desfila nos longevos 33 anos de idade é chamado de 'gordo' por sua barriga um pouco saliente para um atleta e de displicente por algumas ocasiões dentro de campo.

A verdadeira história de Douglas pode ser alinhada entre a 'genialidade' e a 'displicência'. Dá pra se dizer que o talentoso jogador teve uma carreira tardia, pois só foi vestir uma camisa de peso do cenário nacional com 26 anos de idade, quando jogou pelo Corinthians.

Em suas duas passagem vitoriosas pelo Corinthians e o protagonismo no Grêmio de 2010 à 2012, Douglas conviveu com o 'céu' e o 'inferno' da opinião dos torcedores. O habilidoso canhoto oscilava entre as 'pifadas' e os passes displicentes como o que deu para Messi em sua única e borrada passagem pela Seleção Brasileira. O responsável? Comprometimento.

Douglas hoje joga 150% acima do que Fábio Koff, vice de futebol na época do retorno, poderia esperar. Acima do que a torcida, a imprensa e ele próprio poderiam achar em seus sonhos mais delirantes. O Grêmio mudou, virou protagonista no Campeonato Brasileiro e Douglas é o centro disso tudo. O responsável? Comprometimento.

Hoje o camisa 10 de cabelos grisalhos erra mais do que acerta, mas quando acerta é que as coisas se encaixam no complexo funcionamento ofensivo do Grêmio. E ele acerta mais do que era esperado, mas ainda assim só os erros - que naturalmente acontecem - são vistos.

Fazendo um pequeno paralelo, se Douglas acertar todos os passes, dribles e jogadas que tenta e ainda voltasse atrás para recuperar a bola e continuar sua saga de ataques impetuosos - como a torcida exige - ele certamente não seria camisa 10 do Grêmio, mas sim da Juventus.

Os torcedores esperam que Douglas seja Pirlo, talvez pudesse se em outra ocasião fosse comprometido suficiente. Potencial há, sempre existiu, mas hoje a perna já pesa mais. Mesmo assim ele ainda continua com suas pifadas que desestabilizaram a melhor defesa do Brasil nesta quarta-feira.

Quem critica arduamente as atuações de Douglas, parece não ver que 'velhinho' corre de zagueiro em zagueiro para iniciar marcação pressão característica do time de Roger. Também está olhando para outro lugar quando ele começa - as vezes ainda termina - grande parte das jogadas ofensivas do Grêmio. E com certeza não vê a entrega e o comprometimento do jogador, quando volta e meia recua para desarmar o adversário.

Douglas não é o jogador que parte dos torcedores do Grêmio querem, porque eles querem um Pirlo. E a gente tem um. Do nosso jeito.






terça-feira, 30 de junho de 2015

Onde está a seleção brasileira??

O titulo é auto explicativo,onde está a seleção pentacampeã multi vitoriosa de vários craques  ,aniversário de 13 anos do penta por sinal completos esta semana,mas o que eu pergunto é,por que decaiu tanto? Qual a razão desse apodrecimento tão grande em tão pouco tempo? safra ruim apenas? treinadores?,quem sabe,talvez seja um pouco de tudo,que nem o blog hehe,mas como pode uma seleção que fabricava jogadores como aguá viver um seca tão grande,CBF e sua gestão podre e campeonatos nacionais extremamente fracos tem culpa direta,jogadores se naturalizando por outros países e também desigualdades nas cotas de tv,empresários fatiando o passe de jogadores junto a um calendário terrível!
Os problemas são tão grandes quem até a copa 2018 não serão resolvidos,infelizmente o futebol o grande orgulho e paixão dos brasileiros continuara fraco e largado por um bom tempo até as medidas forem tomadas a recuperação do esporte,jogadores com atitude e espirito mais patriota,futebol alegra de qualidade com nossas características,sem copiar Europa, e atitude e vibração dentro e fora de campo,tendo pouco mais de espirito de vencedor poderá trazer de volta a força da camisa da seleção brasileira que tem uma gigante historia no futebol e merece estar entre os grandes!





sábado, 29 de novembro de 2014

A herança cultural e social de Roberto Gómez Bolaños

Morreu na última sexta (28), o ator e diretor Roberto Gómez Bolaños, o inesquecível Chespirito. Famoso por suas obras na TV mexicana, como El Chapulín Colorado (Chapolin Colorado) e El Chavo del Ocho (Chaves), Bolaños conquistou crianças e adultos de diversas gerações, da década de 1970 para cá. O sucesso foi tão grande, que os episódios de Chaves são reproduzidos até hoje em mais de 20 países.
            
           Chespirito (alusão ao escritor inglês William Shakespeare) é referido pelos fãs como um gênio do humor. Essa alcunha se deve à sua capacidade de criar histórias engraçadas utilizando situações cotidianas, sem apelo para sexualidade ou qualquer tipo de sensacionalismo, que se apoia o atual cenário de humor mundial. A inocência dos episódios, as situações cômicas do dia-a-dia de pessoas comuns e a humildade dos personagens, principalmente o próprio Chaves, ajudaram a constituir o caráter de muitas crianças que vem o assistindo.
            
           O legado que Bolaños deixa é muito maior que a de um simples e competente ator e diretor. A herança cultural para o humor e a influência positiva nas crianças, talvez sejam a maior vitória de um homem que dedicou sua vida a fazer o que amava e consequentemente, conseguiu idolatria e amor generalizados por todo o mundo. Os fãs de Chaves, ou simplesmente as pessoas se sentiam entretidas com os episódios cômicos e educativos, consideram o comportamento dos personagens e o formato da série de suma importância para o desenvolvimento dos valores das crianças que o assistiam.

O professor de história, Alvaro Lucas, considera que os episódios de Chaves tem um alto teor filosófico: “Acho que em seus episódios existia bastante filosofia, além de ser engraçado, é claro. Questões morais, humildade, camaradagem, capacidade de vencer obstáculos, criatividade em enfrentar os mais fortes. Uma paródia da sociedade”, explica. O professor acredita também que o personagem de Roberto Bolaños dá esperança as crianças pobres, mostrando as diversas formas de felicidade em gestos simples: “Ele dentro do barril é uma forte representação de pobreza, mesmo assim, ele não se queixava muito”, afirma Alvaro.

Já o caminhoneiro Peter Theil, aponta a inocência e o carisma como principal exemplo para as pessoas: “Era um humor sadio, sem palavrões. Ele mostrava o cotidiano de um garoto de rua que era querido por todos”, comenta Peter. No entanto, ele acredita que o seriado perdeu força de influência nas crianças modernas: “O seriado ainda está no ar e essa molecada já não assiste tanto”.

Pontos de vistas diferentes apontam para o mesmo sentido artístico: Chaves é uma obra prima, tanto em seu contexto cultural, como moral. Roberto Gómez Bolaños justifica a inspiração em William Shakespeare e Charlie Chaplin ao fazer um trabalho inesquecível e imortal, capaz de mexer com as pessoas nos mais simples detalhes. Aliás, são esses detalhes, simples e valiosos, que criam toda essa atmosfera positiva de superação e humildade na vila mais amada do mundo.

           


O mundo perde um gênio!!

Chapolin Colorado
Chaves
Homenagem dos fans
É meus amigos, desta vez não é boato falso de internet não. Infelizmente, desta vez, a noticia da morte de Roberto Gómez Bolaños é verdadeira. Bolaños morreu ontem a tarde, dia 28/11/14, causa da morte ainda desconhecida. O comediante tinha 85 anos e sua morte causou uma enorme comoção nas redes sociais. No twitter, por exemplo, as tags são só seu nome e sobre o Chaves e toda sua obra.
Bolaños era conhecido no México como Chespirito, o pequeno Shakespeare devido ao enorme talento para escrever. Começou a carreira no rádio, na década de 50. Também fez roteiros para o cinema na década de 60 e no final da década começou a ter seu espaço na Tv e dava inicio ao programa Chespirito onde surgiram vários quadros e seus principais personagens ganhavam vida.
Em 1970 surge Chapolin Colorado, um super herói atrapalhado e engraçado, que fez sucesso e acabou ganhando seu próprio espaço.

Pouco tempo depois viria seu maior sucesso, o Chaves. O menino pobre que mora em uma vila e se esconde em um barril e está sempre com fome e sempre aprontando. Com um elenco de peso que contava com  Carlos VillagránRamón ValdésFlorinda MezaRubén AguirreÉdgar VivarAngelines FernandezRaúl PadillaHoracio Gómez Bolaños e María Antonieta de las Nieves foi o grande sucesso do grupo que ainda durante a década de 70 se aventurou no cinema com o filme "El Chanflie."
O grupo segui firme apesar de algumas baixas no elenco com as saídas de Carlos villagran e Ramón Valdés. O fim definitivo do programa foi na década de 90, mas a obra permanece viva e mais de 30 anos no ar não só no Brasil e em vários países do mundo é sucesso.
Bolanõs deixa uma vasta obra de um humor inteligente de qualidade e limpo! Algo raro atualmente. Um humor sem apelação e que divertiu e irá seguir divertindo as próximas gerações, só resta dizer um muito obrigado a quem criou e deixou uma obra tão brilhante!
Se foi a pessoa física e nasce a lenda!

Muito obrigado Roberto! Seu legado estará sempre vivo, sustentado em nossos corações assim como a juventude que nunca morrerá!














terça-feira, 28 de outubro de 2014

11 motivos para não odiar o norte/nordeste do Brasil

A corrida eleitoral mais disputada da história da democracia brasileira terminou com polêmica. Os eleitores anti-pt culpam o povo nordestino pelos três pontos percentuais que determinaram a vitória de Dilma Rouseff. Uma onda de ódio ao norte/nordeste do país se acentuou no Rio Grande do Sul e por isso listamos 11 motivos para os gremistas idolatrarem essa região do Brasil.




Primeiro motivo para idolatria ao norte do país é Nildo. O atacante natural de Belém do Pará foi o autor do gol tricolor na final da Copa do Brasil de 1994 (imagem) e ainda participou do título da Libertadores no ano seguinte.

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O cangaceiro Dinho trocou Neópolis no Sergipe por Porto Alegre e viveu seus melhores momentos na carreira. Campeão da América em 1995 com direito ao gol do título, campeão Brasileiro em 1996 e tri campeão da Copa do Brasil em 1997 é considerado um dos maiores jogadores da história do Grêmio.


Mario Jardel nasceu em Fortaleza, no Ceará e se transferiu para o Grêmio em 1995. Logo em sua primeira temporada sagrou-se artilheiro da Libertadores em que o Grêmio saiu campeão. Também foi bicampeão Brasileiro em 1996. Especialista em bola aérea, fez 67 gol em 73 partidas oficiais pelo tricolor.



Um dos heróis do título da Copa do Brasil de 2001, Marcelinho Paraíba - ou Paraúcho - conquistou os gremistas em uma passagem que durou menos de um ano. Marcelinho foi campeão e artilheiro do Gauchão além de marcar gol na final da Copa do Brasil contra o Corinthians no Pacaembu.


Luís Mário nasceu em Vigia no Pará e também participou da campanha vitoriosa na Copa do Brasil de 2001. O Papa-Léguas teve o auge de sua carreira nas duas temporadas em que atuou no tricolor gaúcho. Foi o autor dos dois gols do Grêmio no primeiro jogo da final contra o Corinthians de Wanderley Luxemburgo, no Olímpico, além de um marcante gol de voleio em um Grenal.


Pedro Júnior nunca foi uma unanimidade no Grêmio. Tampouco teve um imenso destaque. Mas o que marcou a passagem do Paraense pelo tricolor foi o gol de casquinha no Grenal de 2006 que determinou o título do gauchão daquele ano.


Com uma qualidade rara na bola parada, o alagoano Souza conquistou o carinho do torcedor gremista em 2008 e 2009. No entanto, seus gols de falta não foram suficientes para sair do Grêmio com troféus. Foi vice campeão brasileiro em 2008 e chegou a semi-final da Copa Libertadores em 2009, competição em que foi o artilheiro do tricolor com 6 gols.


Uma dos maiores destaques da surpreendente campanha que resultou na vice colocação na Libertadores de 2007, o pernambucano Lúcio infernizou as defesas adversárias no primeiro semestre do ano antes de ser negociado com o futebol alemão no final da Libertadores. Em 2009 Lúcio voltou a vestir a camisa do Grêmio e ficou até 2011.


Outro com passagem sem muito destaque foi o baiano Lins - ou Linswandowski - que jogou no Grêmio em 2011. Porém, o único gol do centroavante pelo clube gaúcho foi justamente em um Grenal e decretou a vitória tricolor por 2 a 1.

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Júnior Viçosa ostenta no nome a cidade alagoana onde nasceu. O homem Grenal ganhou esse apelido depois de fazer 3 gols em duas partidas contra o Internacional na final do Gauchão de 2011.

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O mais recente destaque nordestino do Grêmio foi o lateral Wendell. Aos 20 anos, o cearense se destacou no primeiro semestre de 2013 na disputa da Libertadores da América e foi negociado com o alemão Bayer Leverkusen no final da competição.









sexta-feira, 5 de setembro de 2014

STJD e a Semana Farroupilha!!

Tudo que tem acontecido recentemente, como o caso de racismo envolvendo a torcedora do Grêmio, me motiva ainda mais a comemorar o feriado do dia 20 de setembro. E por que?

Simples. Um órgão que deveria julgar seriamente e punir clubes e torcedores envolvidos nas devidas proporções, chamado STJD, expulsa o Grêmio da copa do Brasil de forma exagerada e oportuna. O racismo é crime e tem que ser combatido, o clube punido e sua torcida organizada extinta se for preciso! Mas nunca tirar um clube de uma competição por conta de meia dúzia de palhaços ignorantes.

Há pouco tempo teve o caso do jovem boliviano que foi morto por um sinalizador, e o que aconteceu? praticamente nada! Uma leve punição de portões fechados ao Corinthians e fim de papo.
O caso do Grêmio mostra, claramente, o quão imparcial e quanto as medidas são diferentes simplesmente por fatores geográficos e isso só me motiva a ter certeza  que o futebol hoje é só Rio-SP e até por isso um futebol mais decadente e elitizado. Uma seleção fraca, cada vez pior e os talentos sendo escondidos e no meio dessa confusão toda só motiva uma coisa: a comemorar de modo mais intenso a semana farroupilha, pois ao que parece o Rio Grande do Sul não é bem vindo no Brasil.