terça-feira, 28 de outubro de 2014

11 motivos para não odiar o norte/nordeste do Brasil

A corrida eleitoral mais disputada da história da democracia brasileira terminou com polêmica. Os eleitores anti-pt culpam o povo nordestino pelos três pontos percentuais que determinaram a vitória de Dilma Rouseff. Uma onda de ódio ao norte/nordeste do país se acentuou no Rio Grande do Sul e por isso listamos 11 motivos para os gremistas idolatrarem essa região do Brasil.




Primeiro motivo para idolatria ao norte do país é Nildo. O atacante natural de Belém do Pará foi o autor do gol tricolor na final da Copa do Brasil de 1994 (imagem) e ainda participou do título da Libertadores no ano seguinte.

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O cangaceiro Dinho trocou Neópolis no Sergipe por Porto Alegre e viveu seus melhores momentos na carreira. Campeão da América em 1995 com direito ao gol do título, campeão Brasileiro em 1996 e tri campeão da Copa do Brasil em 1997 é considerado um dos maiores jogadores da história do Grêmio.


Mario Jardel nasceu em Fortaleza, no Ceará e se transferiu para o Grêmio em 1995. Logo em sua primeira temporada sagrou-se artilheiro da Libertadores em que o Grêmio saiu campeão. Também foi bicampeão Brasileiro em 1996. Especialista em bola aérea, fez 67 gol em 73 partidas oficiais pelo tricolor.



Um dos heróis do título da Copa do Brasil de 2001, Marcelinho Paraíba - ou Paraúcho - conquistou os gremistas em uma passagem que durou menos de um ano. Marcelinho foi campeão e artilheiro do Gauchão além de marcar gol na final da Copa do Brasil contra o Corinthians no Pacaembu.


Luís Mário nasceu em Vigia no Pará e também participou da campanha vitoriosa na Copa do Brasil de 2001. O Papa-Léguas teve o auge de sua carreira nas duas temporadas em que atuou no tricolor gaúcho. Foi o autor dos dois gols do Grêmio no primeiro jogo da final contra o Corinthians de Wanderley Luxemburgo, no Olímpico, além de um marcante gol de voleio em um Grenal.


Pedro Júnior nunca foi uma unanimidade no Grêmio. Tampouco teve um imenso destaque. Mas o que marcou a passagem do Paraense pelo tricolor foi o gol de casquinha no Grenal de 2006 que determinou o título do gauchão daquele ano.


Com uma qualidade rara na bola parada, o alagoano Souza conquistou o carinho do torcedor gremista em 2008 e 2009. No entanto, seus gols de falta não foram suficientes para sair do Grêmio com troféus. Foi vice campeão brasileiro em 2008 e chegou a semi-final da Copa Libertadores em 2009, competição em que foi o artilheiro do tricolor com 6 gols.


Uma dos maiores destaques da surpreendente campanha que resultou na vice colocação na Libertadores de 2007, o pernambucano Lúcio infernizou as defesas adversárias no primeiro semestre do ano antes de ser negociado com o futebol alemão no final da Libertadores. Em 2009 Lúcio voltou a vestir a camisa do Grêmio e ficou até 2011.


Outro com passagem sem muito destaque foi o baiano Lins - ou Linswandowski - que jogou no Grêmio em 2011. Porém, o único gol do centroavante pelo clube gaúcho foi justamente em um Grenal e decretou a vitória tricolor por 2 a 1.

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Júnior Viçosa ostenta no nome a cidade alagoana onde nasceu. O homem Grenal ganhou esse apelido depois de fazer 3 gols em duas partidas contra o Internacional na final do Gauchão de 2011.

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O mais recente destaque nordestino do Grêmio foi o lateral Wendell. Aos 20 anos, o cearense se destacou no primeiro semestre de 2013 na disputa da Libertadores da América e foi negociado com o alemão Bayer Leverkusen no final da competição.









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